O Diário foi ao Marquês

Sempre que o Artur aponta a sua máquina a bicicletas (e aos seus utilizadores), a magia acontece – e é por isso que eu continuo a divulgar o seu trabalho por aqui.

Desta vez foi até ao Marquês de Pombal, na passada 6ª feira, para ir ao encontro da Massa Crítica. As imagens falam por si…

 
O valor que as figuras públicas têm na promoção da bicicleta como meio de transporte, não pode ser ignorado, e ver aqui a Joana Seixas a participar nesta iniciativa, é algo que não posso deixar passar sem uma menção especial. Todos somos iguais, mas para o bom e para o mal, todos sabemos que um exemplo destes, dá muito mais força, e ajuda a combater muitos dos estereótipos em torno da bicicleta. Mais do que uma cara bonita, a Joana tem promovido hábitos de vida saudáveis, e práticas ambientalmente sustentáveis. Mais uma vez, do lado certo!
 

 

 

 

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3 Respostas a “O Diário foi ao Marquês

  1. catarina diz:

    ah, que beleza!
    da próxima estarei lá 🙂

  2. s. diz:

    eu nao me atreveria a andar de bicicleta em lisboa.lisboa nao é plana;o transito é horrivel e a conducao dos motoristas mete medo;as ruas sao super estreitas, e cheguei a ver pessoas a passear nas ciclovias.so,tell me again?

    ps mas seria maravilhoso se nao fosse tao caotico.

    pps e parece que ter uma bicicleta em lisboa é mais por snobismo. haha

  3. Miguel diz:

    – Lisboa é predominantemente plana.
    – Sim, há trânsito, mas não mais do que em muitas cidades com muito mais bicicletas.
    – A condução dos automobilistas é cada vez mais civilizada.
    – Nas ruas estreitas é mais fácil, pois tomando a nossa faixa, os automóveis só ultrapassam quando não vier ninguém no sentido contrário.
    – É fácil “negociar” a circulação com os peões que se colocam na ciclovia. Um “com licença” bem educado, seguido de um “obrigado” , costuma ser suficiente.
    – Claro que sim, mas não é tão mau como diz
    – Pode parecer, mas não é…

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